sexta-feira, 3 de junho de 2011

GRATUIDADE DE PASSAGENS EM PETROPOLIS - SETRANPETRO




PROJETO PASSE EXTRACURRICULAR
O Setranspetro fornece passes extracurriculares para os estudantes de toda a rede pública de ensino participarem de programas culturais, esportivos, de reforço escolar e também  de entretenimento.
No município, a legislação determina que todos os alunos do ensino fundamental e médio, da rede pública, tenham direito a se deslocar gratuitamente, por meio do transporte coletivo público, da residência à escola e vice-versa. A lei não regulamenta o direito de o aluno se deslocar gratuitamente para outras atividades, ainda que sejam atividades organizadas pelo próprio colégio fora do horário e do itinerário habitual.
Portanto, após análises das propostas dos eventos o Setranspetro disponibiliza passes para os alunos participarem de várias atividades.

Nosso endereço: Rua do Imperador, 100 - Centro - Petrópolis/RJ
Central de Atendimento Digital: (24) 2103-5100 ou (24) 2

quarta-feira, 25 de maio de 2011

IBGE: brasileiro com curso superior ganha 225% mais



 

FONTE: http://br.noticias.yahoo.com/ibge-brasileiro-curso-superior-ganha-225-130200958.ht
Por Daniela Amorim | Agência Estado – qua, 25 de mai de 2011


Os homens ainda são maioria no mercado de trabalho e possuem salário maior que o das mulheres, segundo o Cadastro Central de Empresas 2009 (Cempre), divulgado hoje pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mas, ao contrário do que ocorria no passado, o gênero não é mais tão determinante para o sucesso profissional. O que impulsiona o salário atualmente é o nível de escolaridade. Embora os homens ganhassem 24,1% a mais que as mulheres, segundo a média nacional, a escolaridade mostrou-se fundamental. Em 2009, os trabalhadores que tinham curso superior ganhavam um salário 225% maior que os que não concluíram a faculdade.

De um montante de 40,2 milhões de trabalhadores assalariados, 33,6 milhões não tinham nível superior (83,5%), contra apenas 6,6 milhões de pessoas com curso superior (16,5%). No entanto, essa fatia de trabalhadores que concluíram a faculdade concentrou R$ 310,6 bilhões, ou 39,7% da massa salarial, enquanto os outros R$ 471,3 bilhões (60,3%) foram distribuídos entre os trabalhadores com menor escolaridade.
O salário médio mensal, em 2009, foi de R$ 1.540,59 - ou 3,3 salários mínimos. Os homens receberam em média R$ 1.682,07, ou 3,6 salários, enquanto as mulheres receberam R$ 1.346,16, ou 2,9 salários. O levantamento foi conduzido com 4,8 milhões de empresas e organizações, que reuniam 40,2 milhões de assalariados, sendo que 23,4 milhões (58,1%) eram homens e 33,6 milhões (83,5%) não tinham nível superior.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Inscrições para Enem 2011 começam em 23 de maio, às 10h


 FONTE: www.noticias.uol.com.br


O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), autarqia responsável pelo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), acaba de divulgar as datas de inscrição para o exame deste ano: de 23 de maio, a partir de 10h até dia 10 de junho, às 23h59. As inscrições serão feitas exclusivamente pela internet.

As inscrições vão custar R$ 35. E, assim como nas outras edições, haverá isenção do pagamento da tarifa para alunos que terminam o ensino médio em rede pública.
As provas deste ano serão nos dias 22 e 23 de outubro.
Algumas regras seguem as mesmas no Enem 2011: estão proibidos o uso de lápis e borracha na prova e os inscritos não poderão portar relógio e celular.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Livro didático do MEC tem erro de português



fonte:http://blogs.estadao.com.br/jt-cidades/livro-didatico-do-mec-defende-erros-de-portugues/

“Nós pega o peixe” ou “os menino pega o peixe”. Os erros gramaticais são apenas alguns encontrados no livro de língua portuguesa Por uma Vida Melhor, da Coleção Viver, Aprender – adotado pelo Ministério da Educação (MEC) e distribuído pelo Programa Nacional do Livro Didático para a Educação de Jovens e Adultos (PNLD-EJA) a 484.195 alunos de 4.236 escolas.
Na avaliação dos autores do livro, o uso da língua popular, ainda que contendo erros, é válido. Os escritores também ressaltam que, caso deixem a norma culta, os alunos podem sofrer “preconceito linguístico”.
Publicado pela Editora Global, o livro apresenta frases erradas e explicações para cada uma delas, como forma de ensinar a maneira correta de falar e escrever. “Você pode estar se perguntando: ‘Mas eu posso falar ‘os livro’?’ Claro que pode.
Mas fique atento, porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico”, diz um dos trechos. “Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas.”
Correto e adequado 
Em nota divulgada pelo Ministério da Educação, a autora Heloisa Ramos justifica o conteúdo da obra. “O importante é chamar a atenção para o fato de que a ideia de correto e incorreto no uso da língua deve ser substituída pela ideia de uso da língua adequado e inadequado, dependendo da situação comunicativa.”
“Como se aprende isso? Observando, analisando, refletindo e praticando a língua em diferentes situações de comunicação”, acrescenta a autora em seu texto.
Heloisa também afirma que o livro tem como fundamento os “documentos do MEC para o ensino fundamental regular e Educação de Jovens e Adultos(EJA)”. Segundo ela, a obra leva em consideração as matrizes que estruturam o Exame Nacional de Certificação de Jovens e Adultos (Encceja).
Procurada pela reportagem, a Editora Global informou, por intermédio de sua assessoria, que é a responsável pela comercialização e pela produção do livro, mas não pelo seu conteúdo.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Governo lança nova campanha nacional contra desarmamento

Esta é uma justa satisfação que recebemos sobre o fato de ESTUDANTES SEREM MORTOS DENTRO DE ESCOLAS!

A iniciativa será apresentada no Rio de Janeiro com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo

r7.com
Governo lança nova campanha nacional contra desarmamento

DESARMAMENTO Início da campanha foi antecipado após a tragédia de Realengo, quando atirador abriu fogo contra crianças em escola

Com o lema “Tire uma arma do futuro do Brasil”, o governo lança nesta sexta-feira (6) a Campanha Nacional de Desarmamento 2011. O objetivo é chamar a atenção da população para o problema da violência causada pelas armas de fogo e tirar de circulação o maior número possível de revólveres, pistolas e demais itens.
A iniciativa será apresentada no Rio de Janeiro com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Participam também do evento, marcado para as 10h na sede da Prefeitura da capital fluminense, o prefeito da cidade, Eduardo Paes, e o governador do Estado, Sérgio Cabral.
No fim de semana, começam a ser veiculadas as peças publicitárias da campanha nas emissoras de rádio e televisão. Os comerciais terão a locução do ator baiano Wagner Moura, que nos cinemas deu vida ao Capitão Nascimento, da série de filmes Tropa de Elite. A campanha terá inserções de 30 e 15 segundos na TV, além de vinhetas no rádio.
A expectativa do Ministério da Justiça, que encabeça a organização da campanha e tem o apoio de dezenas de outras instituições, tanto oficiais como civis, é de que a voz do herói policial mobilize a sociedade brasileira para entregar armas voluntariamente.
Essa é a terceira campanha de desarmamento promovida pelo governo, que usa como base dados do Mapa da Violência, produzido pelo Instituto Sangari. Com as mobilizações anteriores, nas quais se estima que foram recebidas cerca de 550 mil armas, detectou-se diminuição de até 50% no índice de mortes em algumas regiões do país. De acordo com o Ministério da Justiça, 80% dos crimes ocorridos no Brasil são com armas adquiridas legalmente - a mais usada é o revólver calibre 38.
Segundo o Mapa da Violência, em 2008 foram registrados no Brasil 50.113 homicídios. Naquele ano, o número, que oscilou entre 47 e 49 mil entre 2004 e 2007, voltou a subir e se aproximou dos 51.043 homicídios ocorridos em 2003, ano em que entrou em vigor o Estatuto do Desarmamento, que regulamenta o registro, a posse, o porte e a comercialização de armas de fogo e munição no Brasil.
Novidades
A campanha deste ano terá algumas novidades em relação às versões anteriores. Uma delas é o anonimato. Agora, quem decidir abrir mão de suas armas e procurar um dos postos de recolhimento não precisará fornecer dados pessoais.
Os itens recolhidos serão, além disso, inutilizados imediatamente. O objetivo é evitar que as armas voltem a circular. A destruição total ocorrerá depois, em fornos de altas temperaturas.
O cidadão que entregar a arma será indenizado, e para sacar o valor correspondente - que varia entre R$ 100 e R$ 300, de acordo com o tipo do armamento -, receberá um protocolo com um código ainda no posto de recolhimento. O dinheiro poderá ser retirado dentro de no máximo 30 dias em agências do Banco do Brasil. O Ministério da Justiça tem R$ 10 milhões disponíveis para esses pagamentos.
De início, os postos de recolhimento serão montados em delegacias da Polícia Federal. Aos poucos, também serão habilitadas sedes de ONGs ligadas à área de segurança pública, delegacias da Polícia Civil, quartéis da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros.
Antecipação
Originalmente, a nova campanha seria lançada em junho, mas foi antecipada após a tragédia de Realengo (RJ). Lá, no dia 7 de abril, um atirador invadiu a escola municipal Tasso da Silveira e abriu fogo contra os alunos, matando 12 pessoas e ferindo outras 14.
Fonte: R7

Tema complexo e que merece respeito e atenção por parte de todos os educadores!!

VIOLÊNCIA

Será que elas são?

Homofóbicas? Sim, pesquisas indicam que as escolas brasileiras são preconceituosas com os gays. Informação é a arma para reverter o quadro


Nova-Escola

03/06/2009 19:9

Texto
Tatiana Pinheiro

Foto: Divulgação
Foto:

Um estudo divulgado em 2004 pela Unesco revela que quase 40% dos alunos entrevistados não gostariam de ter homossexuais como colegas

Do aluno que desmunheca ao grupinho de meninas que brinca de beijar na boca, a escola convive diariamente com situações que colocam a orientação sexual dos alunos em discussão. Os jovens que apresentam comportamentos heterossexuais, condizentes com o sexo biológico, não preocupam. Meninos se comportam dentro das regras para o gênero masculino e meninas seguem o jeito predefinido das garotas.

O termo heteronormatividade resume esse conjunto de atitudes preconceituosas e compulsórias. "O conceito embasa a ideia de que a heterossexualidade é a sexualidade natural", diz Maria Cristina Cavaleiro, pedagoga do Grupo de Estudos de Gênero, Educação e Cultura Sexual da Universidade de São Paulo (USP).

Nesse cenário, a homossexualidade e a bissexualidade são consideradas desvios da norma. Uma pesquisa da Fundação Perseu Abramo publicada este ano mostra que, quando perguntados sobre pessoas que menos gostam de encontrar, os entrevistados classificaram em quarto lugar os homossexuais (16%). Foram deixados para trás somente por usuários de drogas, pessoas que não acreditam em Deus e ex-presidiários.

Quando o olhar se volta para a escola, o panorama não é diferente. Outro estudo, divulgado em 2004 pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), revela que quase 40% dos alunos entrevistados não gostariam de ter homossexuais como colegas e mais de 35% dos pais não gostariam de tê-los como amigos dos filhos.

Antes de tudo, o que deve ficar claro para todos é que ninguém escolhe ser gay. "Essa orientação tem relação direta com o desejo, a atração física por alguém do mesmo sexo. E não é premeditado. Ocorre espontaneamente", diz o professor Luiz Ramires Neto, mestre em Educação pela USP e um dos diretores da organização não-governamental Cidadania, Orgulho, Respeito, Solidariedade e Amor(Corsa), de São Paulo. Segundo ele, até hoje não há análises conclusivas sobre o assunto, nem no campo da genética nem nos estudos sobre o impacto do ambiente social. O fato é que, no ambiente escolar, comportamentos desviantes da norma muitas vezes são encarados como problemas.

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Diretrizes de educação flexibilizam definição de grade do ensino médio


 

 

Pelo projeto, cada escola definiria seu currículo a partir da vocação regional.
Para entrar em vigor, diretrizes têm de ser homologadas pelo MEC.

Agencia Estado
O Conselho Nacional de Educação (CNE) aprovou nesta quarta-feira (4), por unanimidade, as novas diretrizes do ensino médio, que devem trazer mudanças nas escolas brasileiras, públicas e privadas. As diretrizes - que precisam ser homologadas pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, para entrar em vigor - pretendem conferir mais autonomia e flexibilidade às escolas na definição da grade curricular e permitir que os estudantes de ensino médio noturno tenham mais tempo para concluir os estudos.
Entre os pontos defendidos pelo conselho está a montagem do projeto político-pedagógico a partir de quatro áreas de atuação - ciência, tecnologia, cultura e trabalho. Cada escola escolheria a sua vocação, por meio do "diálogo" entre corpo docente, alunos, redes de ensino e as comunidades locais. Uma escola de uma região industrial, por exemplo, poderia enfocar a área de tecnologia, abrindo mais espaço às disciplinas de física e química, sem deixar de lado outras matérias, como língua portuguesa e história.
"O ensino médio tem de ser entendido como uma etapa final da educação básica, capaz de atender ao projeto de vida das pessoas", defende o conselheiro José Fernandes de Lima, relator das diretrizes. "Ele não é o trampolim para a universidade, pode preparar para a universidade, mas essa não é a sua única missão. Tem de preparar para a vida, servir para o mundo do trabalho e da cidadania; deve ter uma unidade, mas para que seja aplicado em todo o Brasil é preciso que seja flexível".
A definição das novas diretrizes surge uma semana após o lançamento do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), que visa a formar mão de obra qualificada por meio de capacitação técnica e profissional de alunos do ensino médio, além de beneficiários do Bolsa-Família e reincidentes do seguro-desemprego. Enquanto isso, uma comissão especial na Câmara trata do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê metas para ser atingidas até 2020.